Os dias de férias sem fazer nada
as folgas à sombra da alfarrobeira
o fresquinho orvalho da madrugada
tardes de verão a nadar na ribeira.
Pisar a geada pela manhã
as tardes de inverno a ler à lareira
mais a chuva a cantar na telha vã
era tão bom viver desta maneira!
Mas tudo passa, tudo tem um fim
sempre pra velho, nunca pra rapaz
se dizes que não será porque mentes.
Já com os avós se passava assim
sempre prà frente, nunca para trás
há que ser afoito e cerrar os dentes.
as folgas à sombra da alfarrobeira
o fresquinho orvalho da madrugada
tardes de verão a nadar na ribeira.
Pisar a geada pela manhã
as tardes de inverno a ler à lareira
mais a chuva a cantar na telha vã
era tão bom viver desta maneira!
Mas tudo passa, tudo tem um fim
sempre pra velho, nunca pra rapaz
se dizes que não será porque mentes.
Já com os avós se passava assim
sempre prà frente, nunca para trás
há que ser afoito e cerrar os dentes.
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